O Poder Transformativo das Divindades do Yoga

O Poder Transformativo das Divindades do Yoga

Publicado por: Larissa Prado Publicado: 16/08/2019 Visitas: 178 Comentários: 0

Não é apenas o conteúdo dos mitos que nos movem, é também a energia em si. Energia esta que parece estar nos dizendo que existem maneiras de ser e segredos no universo que apenas as divindades podem nos revelar.

As divindades do Hinduísmo tem sido invocadas, adoradas e cultuadas na Índia desde os tempos ancestrais, no entanto elas não estão relacionadas apenas à sua cultura nativa. Suas energias estão em jogo em cada um de nós, tanto homens quanto mulheres e também no mundo. Quando nos envolvemos com os aspectos pessoais de tais energias, com suas formas míticas e simbólicas, ativamos poderes escondidos em nossa psique, e então tais poderes podem nos transformar.

Os sábios iogues - especialmente do ramo do Ioga chamado Tantra - apontam uma sutil energia vibratória no substrato de tudo o que conhecemos, definindo essa energia não apenas como uma vibração abstrata, mas sim como a expressão do poder divino feminino, chamado Shakti. A palavra Shakti significa poder, a tradição diz que toda realidade existente faz parte de sua dança.

Quando o Tantra fala sobre o divino masculino e o divino feminino, refere-se aos eternos princípios que são fundamentalmente além de gênero. O masculino é entendido como a luz da sabedoria, o conhecimento. O feminino é o poder e a energia, suas qualidades vivem em nós como aspectos da consciência e como atributos unicamente relacionadas ao gênero da alma humana, reconhecendo que o feminino nunca pode ser separado da sua outra metade masculina.

O Tantra personificou na linguagem mítica as diferentes energias que compõe as múltiplas dimensões da existência, desenvolvendo a ciência para transformar a energia humana através das Deusas do panteão (todos os deuses em um povo ou religião) Hindu.

Mítico não significa irreal. O reino mítico pode interagir com nossa psique em vários níveis diferentes. Isso significa que as energias divinas vão aparecer em sua vida através de seres humanos e animais, vão revelar-se na natureza, você começará a ver suas pegadas em culturas, vai reconhecê-las em amigos, familiares, parceiros ou colegas de trabalho. Essas energias não são menos reais por serem invisíveis aos olhos.

As divindades são seres reais que existem em formas eternas nos reinos sutis da consciência. Mas dentro da psique humana, esses seres também existem como arquétipos psicológicos, arquétipos de energias universais psicológicas.

Um arquétipo é um modelo sutil que ao mesmo tempo transcende a personalidade individual e vive nela, conectando nossa mente pessoal com o cosmos ou com a mente coletiva. As Deusas do hinduísmo então podem ser vistas como parte da nossa estrutura psíquica, quando trabalhamos com elas de forma simbólica, representam forças psicológicas dinâmicas.

A melhor forma de explicar em termos modernos o que é uma Deusa é compreendendo-a como um incomparável vórtice de energia. Algumas vezes esse vórtice toma formas antropomórficas, como por exemplo ao meditar. As vezes essa energia é sentida através de vibrações sonoras chamadas mantras, ou ainda através de imagens geométricas chamadas yantras, que mapeiam a forma de tais energias. As Deusas representam as forças da vida e suas ações como uma forma de personificar e dar imagem a tais energias, fortalecendo as transformações, tanto em nós mesmos quanto no mundo.

Quão belo é dar vida as forças que nos motivam a evoluir?

Quando invocamos divindades através de meditação, visualizações, diálogos internos, mantras, trazemos sua luz e energia para dentro de nós. A prática nos ajuda a incorporar os poderes sutis do universo, nos afeta psicologicamente, espiritualmente e ate fisicamente. Pode nos proteger, nos dar poder, nos guiar, nos ensinar sobre o amor incondicional e ainda nos iluminar.

O poder transformativo da energia das Deusas pode desatar nós psíquicos, chamando por forças transformadoras específicas no corpo e na mente. Podem ainda purificar nosso corpo mental e emocional, nos colocar em contato com poderes protetores dentro de nós e mudar profundamente a forma que vemos a nós mesmos, nos conferindo poder para ver em nós qualidades divinas. Podemos literalmente atrelas essas forças para nossa própria transformação, despertando para o nosso verdadeiro eu.

Fica aqui o convite para abrir as camadas da sua essência relacionadas com essas energias e com as práticas para invocá-las. Dessa forma você pode receber suas dádivas, reconhecer em si seus aspectos, você pode acessar seus poderes para despertar e transformar-se. E acima de tudo, você pode danças com essas energias.

Não é apenas o conteúdo dos mitos que nos movem, é também a energia em si. Energia esta que parece estar nos dizendo que existem maneiras de ser e segredos no universo que apenas as divindades podem nos revelar.

As divindades do Hinduísmo tem sido invocadas, adoradas e cultuadas na Índia desde os tempos ancestrais, no entanto elas não estão relacionadas apenas à sua cultura nativa. Suas energias estão em jogo em cada um de nós, tanto homens quanto mulheres e também no mundo. Quando nos envolvemos com os aspectos pessoais de tais energias, com suas formas míticas e simbólicas, ativamos poderes escondidos em nossa psique, e então tais poderes podem nos transformar.

Os sábios iogues - especialmente do ramo do Ioga chamado Tantra - apontam uma sutil energia vibratória no substrato de tudo o que conhecemos, definindo essa energia não apenas como uma vibração abstrata, mas sim como a expressão do poder divino feminino, chamado Shakti. A palavra Shakti significa poder, a tradição diz que toda realidade existente faz parte de sua dança.

Quando o Tantra fala sobre o divino masculino e o divino feminino, refere-se aos eternos princípios que são fundamentalmente além de gênero. O masculino é entendido como a luz da sabedoria, o conhecimento. O feminino é o poder e a energia, suas qualidades vivem em nós como aspectos da consciência e como atributos unicamente relacionadas ao gênero da alma humana, reconhecendo que o feminino nunca pode ser separado da sua outra metade masculina.

O Tantra personificou na linguagem mítica as diferentes energias que compõe as múltiplas dimensões da existência, desenvolvendo a ciência para transformar a energia humana através das Deusas do panteão (todos os deuses em um povo ou religião) Hindu.

Mítico não significa irreal. O reino mítico pode interagir com nossa psique em vários níveis diferentes. Isso significa que as energias divinas vão aparecer em sua vida através de seres humanos e animais, vão revelar-se na natureza, você começará a ver suas pegadas em culturas, vai reconhecê-las em amigos, familiares, parceiros ou colegas de trabalho. Essas energias não são menos reais por serem invisíveis aos olhos.

As divindades são seres reais que existem em formas eternas nos reinos sutis da consciência. Mas dentro da psique humana, esses seres também existem como arquétipos psicológicos, arquétipos de energias universais psicológicas.

Um arquétipo é um modelo sutil que ao mesmo tempo transcende a personalidade individual e vive nela, conectando nossa mente pessoal com o cosmos ou com a mente coletiva. As Deusas do hinduísmo então podem ser vistas como parte da nossa estrutura psíquica, quando trabalhamos com elas de forma simbólica, representam forças psicológicas dinâmicas.

A melhor forma de explicar em termos modernos o que é uma Deusa é compreendendo-a como um incomparável vórtice de energia. Algumas vezes esse vórtice toma formas antropomórficas, como por exemplo ao meditar. As vezes essa energia é sentida através de vibrações sonoras chamadas mantras, ou ainda através de imagens geométricas chamadas yantras, que mapeiam a forma de tais energias. As Deusas representam as forças da vida e suas ações como uma forma de personificar e dar imagem a tais energias, fortalecendo as transformações, tanto em nós mesmos quanto no mundo.

Quão belo é dar vida as forças que nos motivam a evoluir?

Quando invocamos divindades através de meditação, visualizações, diálogos internos, mantras, trazemos sua luz e energia para dentro de nós. A prática nos ajuda a incorporar os poderes sutis do universo, nos afeta psicologicamente, espiritualmente e ate fisicamente. Pode nos proteger, nos dar poder, nos guiar, nos ensinar sobre o amor incondicional e ainda nos iluminar.

O poder transformativo da energia das Deusas pode desatar nós psíquicos, chamando por forças transformadoras específicas no corpo e na mente. Podem ainda purificar nosso corpo mental e emocional, nos colocar em contato com poderes protetores dentro de nós e mudar profundamente a forma que vemos a nós mesmos, nos conferindo poder para ver em nós qualidades divinas. Podemos literalmente atrelas essas forças para nossa própria transformação, despertando para o nosso verdadeiro eu.

Fica aqui o convite para abrir as camadas da sua essência relacionadas com essas energias e com as práticas para invocá-las. Dessa forma você pode receber suas dádivas, reconhecer em si seus aspectos, você pode acessar seus poderes para despertar e transformar-se. E acima de tudo, você pode danças com essas energias.

Não é apenas o conteúdo dos mitos que nos movem, é também a energia em si. Energia esta que parece estar nos dizendo que existem maneiras de ser e segredos no universo que apenas as divindades podem nos revelar.

As divindades do Hinduísmo tem sido invocadas, adoradas e cultuadas na Índia desde os tempos ancestrais, no entanto elas não estão relacionadas apenas à sua cultura nativa. Suas energias estão em jogo em cada um de nós, tanto homens quanto mulheres e também no mundo. Quando nos envolvemos com os aspectos pessoais de tais energias, com suas formas míticas e simbólicas, ativamos poderes escondidos em nossa psique, e então tais poderes podem nos transformar.

Os sábios iogues - especialmente do ramo do Ioga chamado Tantra - apontam uma sutil energia vibratória no substrato de tudo o que conhecemos, definindo essa energia não apenas como uma vibração abstrata, mas sim como a expressão do poder divino feminino, chamado Shakti. A palavra Shakti significa poder, a tradição diz que toda realidade existente faz parte de sua dança.

Quando o Tantra fala sobre o divino masculino e o divino feminino, refere-se aos eternos princípios que são fundamentalmente além de gênero. O masculino é entendido como a luz da sabedoria, o conhecimento. O feminino é o poder e a energia, suas qualidades vivem em nós como aspectos da consciência e como atributos unicamente relacionadas ao gênero da alma humana, reconhecendo que o feminino nunca pode ser separado da sua outra metade masculina.

O Tantra personificou na linguagem mítica as diferentes energias que compõe as múltiplas dimensões da existência, desenvolvendo a ciência para transformar a energia humana através das Deusas do panteão (todos os deuses em um povo ou religião) Hindu.

Mítico não significa irreal. O reino mítico pode interagir com nossa psique em vários níveis diferentes. Isso significa que as energias divinas vão aparecer em sua vida através de seres humanos e animais, vão revelar-se na natureza, você começará a ver suas pegadas em culturas, vai reconhecê-las em amigos, familiares, parceiros ou colegas de trabalho. Essas energias não são menos reais por serem invisíveis aos olhos.

As divindades são seres reais que existem em formas eternas nos reinos sutis da consciência. Mas dentro da psique humana, esses seres também existem como arquétipos psicológicos, arquétipos de energias universais psicológicas.

Um arquétipo é um modelo sutil que ao mesmo tempo transcende a personalidade individual e vive nela, conectando nossa mente pessoal com o cosmos ou com a mente coletiva. As Deusas do hinduísmo então podem ser vistas como parte da nossa estrutura psíquica, quando trabalhamos com elas de forma simbólica, representam forças psicológicas dinâmicas.

A melhor forma de explicar em termos modernos o que é uma Deusa é compreendendo-a como um incomparável vórtice de energia. Algumas vezes esse vórtice toma formas antropomórficas, como por exemplo ao meditar. As vezes essa energia é sentida através de vibrações sonoras chamadas mantras, ou ainda através de imagens geométricas chamadas yantras, que mapeiam a forma de tais energias. As Deusas representam as forças da vida e suas ações como uma forma de personificar e dar imagem a tais energias, fortalecendo as transformações, tanto em nós mesmos quanto no mundo.

Quão belo é dar vida as forças que nos motivam a evoluir?

Quando invocamos divindades através de meditação, visualizações, diálogos internos, mantras, trazemos sua luz e energia para dentro de nós. A prática nos ajuda a incorporar os poderes sutis do universo, nos afeta psicologicamente, espiritualmente e ate fisicamente. Pode nos proteger, nos dar poder, nos guiar, nos ensinar sobre o amor incondicional e ainda nos iluminar.

O poder transformativo da energia das Deusas pode desatar nós psíquicos, chamando por forças transformadoras específicas no corpo e na mente. Podem ainda purificar nosso corpo mental e emocional, nos colocar em contato com poderes protetores dentro de nós e mudar profundamente a forma que vemos a nós mesmos, nos conferindo poder para ver em nós qualidades divinas. Podemos literalmente atrelas essas forças para nossa própria transformação, despertando para o nosso verdadeiro eu.

Fica aqui o convite para abrir as camadas da sua essência relacionadas com essas energias e com as práticas para invocá-las. Dessa forma você pode receber suas dádivas, reconhecer em si seus aspectos, você pode acessar seus poderes para despertar e transformar-se. E acima de tudo, você pode danças com essas energias.

 

SOBRE LARISSA PRADO:

 

@larissapradoyoga

@tulippayogastudio

 

Praticante de Yoga há mais de 10 anos. Instrutora de Yoga há 4 anos, com formação em Ashtanga Vinyasa Yoga (Primeira Série) pelo Ashtanga Yoga Center (Tim Miller, Carlsbad, Califórnia) e pelo Creature Yoga (Byron Bay, Austrália) em Vinyasa, Mantras, Meditação e Pranayamas, certificada pela Aliança Internacional do Yoga. Em sua última visita a Bali encantou-se pelo ramo do Tantra Yoga, aprofundando-se no tema através de workshops e aulas.

Fundadora e Proprietária do Tulippa Yoga Studio, em São Carlos/SP.

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